sexta-feira, 21 de novembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
PS critica autarquia social-democrata por atraso na implementação das AEC's
Pois é! De que vale, ao fim de 9 anos ter o centro da cidade iluminada com luzes de Natal?Quando a educação e desenvolvimento das nossas crianças são postas em causa por um executivo PSD que não demonstra a mínima sensibilidade para o facto de há 3 anos, consecutivos, as aulas de Inglês e restantes actividades se iniciarem 3 meses mais tarde do que deviam.
É facto que este atraso é equivale a quase um ano lectivo.
E se, por exemplo, comparar-mos os conhecimentos adquiridos por um aluno do nosso Concelho, com um aluno de Matosinhos?
A demagogia deste executivo PSD e do Presidente Fernando Melo, terá um preço elevado que será mais tarde pago pelos nossos filhos.
07 de Novembro de 2008, 12:21
Porto, 07 Nov (Lusa) - O PS/Valongo criticou hoje o "desleixo" e o "marasmo" da autarquia local, liderada pelo PSD, que levou ao atraso na implementação das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC's) nas escolas do 1/o ciclo do Ensino Básico.
Em comunicado enviado à Lusa, o porta-voz da concelhia socialista de Valongo, Afonso Lobão, denunciou "a forma lamentável como o município tem tratado a questão da implementação das AEC's, fazendo atrasar o início das mesmas actividades".
"São milhares de alunos que aguardam que as aulas de Inglês, Música, Expressões e Actividades Desportivas comecem", sustentou Afonso Lobão.
O dirigente socialista recordou que o Ministério da Educação disponibiliza a verba de 262,50 euros anuais por aluno para tais actividades.
"Valongo é um dos poucos concelhos que não ata nem desata. Aliás, este comportamento é já recorrente, pois no ano anterior as actividades extra curriculares tiveram início somente em Janeiro", acrescenta Lobão.
Os socialistas de Valongo consideram ainda que "a falta de dinamismo da autarquia" é ainda mais evidente perante "os esforços" desenvolvidos pelos vários agrupamentos escolares do concelho para que as AEC's se iniciassem ao mesmo tempo que o ano lectivo.
"Os agrupamentos mobilizaram as escolas e os seus profissionais que apresentaram atempadamente as candidaturas para assegurar tais actividades, mas de nada adiantou", lamentou o dirigente socialista.
O PS Valongo critica ainda a Câmara de Valongo por "não disponibilizar transporte aos alunos para a prática da natação nas piscinas sedeadas nas várias freguesias".
A Lusa contactou a Câmara de Valongo que remeteu para mais tarde uma reacção às críticas socialistas.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Faroeste na Assembleia Municipal
Mais uma reunião da Assembleia Municipal de Valongo, que começa com fortes protestos da população.
Este é o reflexo do completo desleixo, aliado à falta de soluções do executivo PSD para os problemas da população de Valongo.
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NOTA À IMPRENSA - PS Valongo
NOTA À IMPRENSAMORADORES DA ZONA DE SONHOS (ERMESINDE) DESCONTENTES COM OS STCP
Reina o descontentamento entre os residentes da Zona de Sonhos na Cidade de Ermesinde, pelo facto de os STCP, não terem cumprido as promessas assumidas aquando da reestruturação das carreiras, levada a efeito por aquela empresa há largos meses atrás.
Então, e apôs os residentes terem bloqueado a carreira, numa acção de contestação aos novos trajectos que os STCP aprovaram, foi-lhes prometido que a situação seria revista e as suas reivindicações seriam consideradas.
A Comissão Política Concelhia do PS/Valongo e os Socialistas de Ermesinde estão, por isso, também indignados com o comportamento daquela Empresa, que não tem em consideração o facto de os munícipes, grande parte reformados, residirem na parte alta da cidade e os transportes serem o único meio para as suas deslocações no dia-a-dia e das suas famílias. Recordam, aliás as reuniões havidas no passado com moradores, a Administração dos STCP e o PS/Valongo para desbloquear o assunto.
Afonso Lobão porta-voz da concelhia não cala o seu “protesto”. “Enquanto deputado à Assembleia da República empenhei-me no assunto e o então Secretário de Estado dos Transportes e a Administração dos STCP da altura, foram sensíveis aos argumentos dos residentes. Agora, passados 12 anos, há um claro retrocesso, sendo que os problemas de mobilidade se agravaram, pois as pessoas envelheceram e tem hoje problemas de saúde, que lhes dificultam a deslocação.” Afirmou aquele dirigente socialista.
A agravar ainda mais a situação, acresce que a carreira 703 que deveria ligar o Porto (Cordoaria) à Zona de Sonhos, por vezes fica-se pela zona da Estação no Centro de Ermesinde, deixando indignados os utentes que pagaram o seu bilhete, pois a referida carreira fica longe do destino que anuncia. “É um comportamento no mínimo imoral, pois o cidadão merece ser respeitado, e, isso não está a acontecer, pela forma como a organização dos transportes se está a verificar.” Reforçou Afonso Lobão que aproveitou também, para criticar a Câmara Municipal de Valongo pela passividade que demonstra em defesa dos Munícipes “Se é verdade que é aos STCP quem compete resolver este assunto, não é menos verdade, que a Autarquia deve, junto da Empresa tudo fazer, para que os moradores de Sonhos e redondezas, tenham um tratamento digno. Porventura com planeamento, compreensão e o empenhamento de todos, até era possível resolver em simultâneo, o problema das acessibilidades ao novo Centro de Saúde que tanta celeuma causou na última Assembleia Municipal” concluiu Afonso Lobão
Valongo, 4 de Outubro de2008
A Comissão Política Concelhia

domingo, 12 de outubro de 2008
IMI - Entrevista a Eduardo Catroga
“Pagar 0,4% de IMI ainda é uma exorbitância”
Excerto da entrevista a Eduardo Catroga, o último ministro das Finanças dos Governos de Cavaco Silva.
“Por exemplo, para as famílias: o Governo já definiu algumas reduções do IMI, o Imposto Municipal sobre Imóveis . E também já definiu alguns alargamentos do período de isenção do pagamento do IMI por parte das famílias. Muita gente que comprou casa está agora confrontada com o aumento das taxas de juro porque não fez bem a devida conta ou não foi bem informada, ou não fez bem as contas de uma simulação da evolução das suas despesas no médio a longo prazo - muitas vezes os portugueses só raciocinam no curto prazo. Ora por exemplo em relação a estas famílias, para além da redução que foi feita em que a taxa máxima de IMI passou para 0,4 em relação aos prédios com valores já actualizados e para 0,7 para os valores antigos, sobretudo para os valores actualizados, que são todas as casas adquiridas nos últimos 15 a 20 anos, 0,4 ainda é uma exorbitância. Por exemplo, a Câmara Municipal de Lisboa está a aplicar 0,4, como estão outras câmaras do País. E daí as receitas das autarquias locais terem crescido à taxa de 20% ou mais, ora isto é um escândalo! Em períodos de dificuldades são recursos que são absorvidos pelas administrações públicas em prejuízo das famílias e das empresas. Sou partidário de que o IMI, sobre valores actualizados, não devia exceder 0,2% do valor.”
João Marcelino (DN) e Paulo Baldaia (TSF) - 05.10.08
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Finanças locais
Finanças locais: Cada português pagou, em média, 235,12 euros em impostos municipais em 2007Dados da Direcção-Geral das Autarquias Locais, a que a Lusa teve acesso, indicam que este aumento significativo resulta da subida do IMI e do IMT recolhidos, cuja receita cresceu 32 por cento e 33 por cento, respectivamente, entre 2006 e 2007. Além disso, no ano passado, a derrama também melhorou bastante, já que depende da cobrança de IRC, cuja receita cresceu 31,2 por cento.
As 308 câmaras municipais recolhem junto da população cinco impostos: o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), o Imposto Municipal sobre Transmissões (IMT), o Imposto Único de Circulação, a derrama, recebendo ainda 5 por cento da receita de IRS.
MMO
Lusa/Fim
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
COMUNICADO Valongo é um dos concelhos onde a habitação é, em media, mais barata; apesar disso entra 2004 e 2007 a receita do IMT cresceu 75% , e a receita do IMI aumentou 56%, valores muito acima de alguns concelhos da área metropolitana do Porto, onde a habitação é em média mais cara.
QUADRO DO CONCELHO DE VALONGO (Ver imagem)
“Não podemos esquecer que para além das várias taxas e derramas anualmente actualizadas pela Câmara, os residentes no Concelho ainda pagam rampas os parquímetros e o IMI. Ora para quem vive em dificuldades a situação tende a tornar-se insustentável. Isto não pode continuar,” Afirmou Afonso Lobão, porta-voz da Concelhia Socialista.
Assim, a Comissão Politica Concelhia do PS/Valongo alerta a Câmara Municipal de Valongo, que deve ter em consideração, a orientação do governo, as fragilidades sociais do Concelho, nomeadamente o facto dos casais jovens sentirem dificuldades em solver compromissos com a banca e reduzir, substancialmente, o valor das taxas do IMI e do IMT, a aplicar me Valongo.

