segunda-feira, 20 de abril de 2009
Jantar Comemorativo do dia 25 de Abril
quarta-feira, 15 de abril de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
Afonso Lobão quer protecção para as serras da região
quarta-feira, 11 de março de 2009
Convite Dia Mundial da Floresta e da Árvore
A Festa da Árvore rapidamente se expandiu a quase todos os países do mundo, e em Portugal comemorou-se pala primeira vez a 9 de Março de 1913.
Em 1971 e na sequência de uma proposta da Confederação Europeia de Agricultores, que mereceu o melhor acolhimento da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), foi estabelecido o Dia Florestal Mundial com o objectivo de sensibilizar as populações para a importância da floresta na manutenção da vida na Terra.
Em 21 de Março de 1972 - início da Primavera no Hemisfério Norte - foi comemorado o primeiro DIA MUNDIAL DA FLORESTA em vários países, entre os quais Portugal."
Fonte: ICN (http://www.icn.pt/).
A secção do P.S. Valongo, convida-o a celebrar connosco no dia 21 de Março, o Dia Mundial da Floresta e da Árvore, participando numa marcha percorrendo parte do Corredor Ecológico de Valongo (Largo do Centenário até à aldeia de Couce).
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
COMUNICADO DA COMISSÃO POLÍTICA CONCELHIA
A referida militante foi candidata nas listas do Partido Socialista, em 2005, à Câmara Municipal de Valongo, sendo actualmente vereadora eleita pelo Partido Socialista, estando naturalmente sujeita ao conjunto de direitos e deveres que regulam a vida deste grande partido da democracia, e em relação aos quais deveria demonstrar mais respeito.
Recorde-se que em 2005, a referida militante só aceitou ser candidata nas listas do Partido Socialista após designação democrática pela Comissão Política Concelhia do PS Valongo. Agora, e depois de mais de 3 anos de desrespeito continuo e ostensivo pela decisões democráticas dos cerca de 1 000 militantes do PS Valongo, passou a considerá-los como o "aparelho" do partido socialista.
Refira-se que durante mais de 3 anos esta autarca eleita pelo partido renunciou ao diálogo com a direcção do Partido Socialista nunca tendo articulado o que quer que fosse, fazendo-o numa estratégia pessoal comprometida, visto que o Presidente da Câmara era considerado em público um aliado, tendo-o dito e reafirmado por várias vezes.
Fê-lo porque estava convencida que o Presidente da Câmara, do PSD, não se recandidatava, e não o fazendo seria um aliado dela própria.
Porque o Partido Socialista de Valongo não aceitou esta estratégia pessoal suicida, esta militante desde então passou a hostilizar sistematicamente o Partido Socialista, tentando desesperadamente arregimentar alguns militantes incautos para o seu projecto privado de poder.
O Partido Socialista repudia de forma categórica, e considera muito estranhas as acusações veiculadas publicamente pela referida Vereadora acerca do Plano e Orçamento da Câmara Municipal de Valongo, de facto, mais uma vez esta militante presta-se a um papel infeliz de porta-voz do Presidente da Câmara, do PSD, ainda por cima para o fazer de forma incorrecta e não verdadeira.
Não compete aos órgãos políticos do Partido Socialista discutir directamente com o Presidente da Câmara Municipal, assuntos e propostas concretas da actividade autárquica, designadamente documentos como o Plano e Orçamento do município.
Compete sim, aos eleitos nas listas do Partido Socialista defender e votar estas matérias com as forças politicas representadas nos órgãos autárquicos (Câmara e Assembleia Municipal), devidamente autorizados e articulados com a direcção politica do partido, aliás cumprindo disposições estatutárias.
É assim que fazem todos os partidos políticos e o PS não é excepção, no entanto nunca esta militante assim o entendeu. Nunca foram discutidos com o Partido os Planos e Orçamentos, nem as propostas mais relevantes para o Concelho, tendo até sido rejeitadas por esta militante, todas as propostas relacionadas com o trabalho autárquico, apresentadas pela Comissão Politica Concelhia do Partido Socialista de Valongo.
Recorde-se o caso paradigmático da polémica em torno das taxas do IMI no concelho de Valongo, que como é público estão fixadas nos máximos legais, o que está objectivamente a penalizar injustamente muitas das famílias que compraram as suas habitações em Valongo.
O Partido Socialista em conjunto com as outras forças politicas de esquerda, denunciou esta situação inadmissível e iníqua e apelou aos seus eleitos para votarem contra as taxas máximas praticadas em Valongo.
Apesar disso, são públicas, vergonhosas e ainda hoje inexplicáveis as negociações desta militante com a maioria de direita que governa a Câmara, e com o Presidente em particular, para manter as taxas nos valores máximos, com a agravante grave de o ter feito nas costas do Partido Socialista.
Tratou-se de uma atitude inqualificável e de irresponsabilidade política que o Partido Socialista de Valongo repudiou e repudia publicamente, uma vez que lesa e castiga as famílias que vivem em Valongo em habitação própria.
Perante isto, não pode esta militante, vir dar lições e insultar a população do concelho de Valongo e os socialistas em particular.
O partido socialista faz notar que não conhece, nem nunca foi apresentado nos órgãos autárquicos, ao longo de mais de 3 anos, quaisquer propostas estruturantes para a habitação social, para o desporto, para o ambiente, para o desenvolvimento económico, e que pudessem ser hoje, depois de testadas, as bases programáticas da candidatura socialista à Câmara de Valongo.
Foi apenas propaganda, passeios de vaidade e criticas avulsas, com a cumplicidade de alguns amigos na comunicação social, de que os cidadãos de Valongo nada beneficiaram, mas que objectivamente serviram o branqueamento de mais de 15 anos de erros sistemáticos da maioria de direita.
O Partido Socialista sabe bem, que a pseudo-candidatura anunciada é de facção, não é genuinamente independente, antes pelo contrário, é motivada por desígnios pessoais desconhecidos, e suportada por uma reforma politica dourada.
Como até à data não se verificou a indispensável dignidade e decência desta militante, em colocar à disposição do PS o cargo para o qual foi eleita, a Comissão Politica Concelhia Valongo , torna desta forma público que a partir desta data a ainda militante Maria José Azevedo não está autorizada a falar, enquanto Vereadora, em nome do Partido Socialista.
O país atravessa um momento difícil, particularmente as famílias, por isso o Partido Socialista de Valongo, apela à responsabilidade de todos os seus militantes e dirigentes, e condena quaisquer exibicionismos precoces que só prejudicam objectivamente o progresso do município.
Valongo, 17 de Fevereiro de 2008
A Comissão Politica Concelhia do Partido Socialista de Valongo
sábado, 7 de fevereiro de 2009
domingo, 18 de janeiro de 2009
Carta ao Procurador Geral da República
Comissão Política do Partido Socialista do
Concelho de Valongo
Exmo. Senhor Procurador Geral da República:
A Comissão Política do Partido Socialista do Concelho de Valongo, tomou conhecimento de uma comunicação dirigida ao Exmo. Senhor Bastonário da Ordem dos Advogados e com conhecimento a todos os advogados da Comarca de Valongo, que se junta, com autorização do Ilustre advogado A. Queijo Barbosa e que é em todo o seu teor atentatória ao bom nome do Partido Socialista deste concelho e preocupante pelo tom de suspeita com que é redigido aos vários visados.
Assim:
a)-Porque ainda não há candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Valongo, mas quem vier a ser indicado para o efeito num futuro próximo, não pode de todo à partida ser estigmatizado, por uma acusação que é falsa e desconhece;
b)- Porque a acusação anexa, cita um alto dirigente do Instituto de Gestão Financeira e Infra-Estruturas do ministério da Justiça;
c)-Porque a abertura do Concurso Público anunciado no Diário da República nº 224 de 18/11/2008, II Série-concurso público nº 1562/2008 do IGFIG do Ministério da Justiça será efectuado amanhã dia 6 de Janeiro de 2009;
d)-Porque o Partido Socialista tem responsabilidades perante a lei e perante os eleitores a nível nacional e local.
e)-Porque a entidade competente e isenta para denunciar este tipo de situações é o Exmo Senhor Procurador Geral da República;
Requer-se que V. Exa:
A)- Tome conhecimento do supra citado comunicado que é do conhecimento público entre a comunidade de advogados do concelho de Valongo;
B)-Oficie o Exmo. Sr. Bastonário da Ordem dos Advogados Exmo. Senhor Dr. Marinho Pinto, solicitando confirmação do seu recebimento;
C)-Abra o devido inquérito para apuramento da legalidade do concurso público colocado em crise e tome as medidas julgadas necessárias a esse efeito.
Aceite os nossos melhores cumprimentos.
O Presidente da Comissão Política do Partido Socialista do Concelho de Valongo
sábado, 20 de dezembro de 2008
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
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GOVERNO GARANTE MAIS UMA OBRA PARA VALONGO
Túnel em Ermesinde sob a linha do Minho
A passagem de nível da linha do Minho, na Rua de Miguel Bombarda, em Ermesinde (Valongo) será substituída por um túnel. A obra custará cerca de 900 mil euros e terá apoio do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres.
O acordo de colaboração entre aquele organismo e a Câmara de Valongo, que garante uma comparticipação estatal de 80%, foi publicado ontem em Diário da República. O protocolo de entendimento foi autorizado pelo ministro das Obras Públicas, Mário Lino. A obra arrancará no próximo ano e tem um prazo de execução de oito meses.
O processo tendente à eliminação da última passagem de nível sem guarda de Valongo começou a dar os primeiros passos há mais de dois anos e caminha, agora, para a sua concretização efectiva no terreno. Fonte da Autarquia revelou, ao JN, que o próprio primeiro-ministro terá assegurado ao presidente da Câmara, Fernando Melo, a resolução do problema, após os reiterados alertas do município ao Governo.
Segundo a mesma fonte, a Câmara de Valongo recebeu mesmo instruções para avançar com o processo, designadamente as expropriações, a demolição de imóveis e os realojamentos necessários à execução da empreitada.
Assim, já foram arrasadas as casas e realojadas quatro famílias, para que se possa avançar com a construção do túnel e dos respectivos acessos à rede viária local.
O atravessamento rodoviário sob a linha do Minho (ao quilómetro nove da ferrovia) terá aproximadamente
"O município compromete-se a proceder ao encerramento total e definitivo da passagem de nível no prazo máximo de dois anos após a entrada em vigor deste acordo ou logo que a obra esteja concluída, se tal ocorrer posteriormente", determina o texto do acordo entre a Câmara de Valongo e a o Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres (IMTT).
O protocolo entrará em vigor no dia da respectiva assinatura e "termina 90 dias após a aprovação da conta final da obra pelo IMTT", acrescenta o protocolo publicado ontem em Diário da República.
18de Dezembro 2008
Jornal de Noticias
HUGO SILVA



